Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014

Aprovados no exame

Que grande alegria, o relatório sobre Portugal não traz nada digno de nota. Pode-se, com facilidade, fazer o download, imprimir e pôr na mesinha de cabeceira para ler com vagar - o Grande Irmão Branco, desta vez, concede que estamos dentro das guidelines.

 

Outros não têm tanta sorte, como o Brasil - a Presidenta Dilma, tementa das consequências, deve estar, por estes dias, a benzodiazepinas.

 

Por curiosidade, fui procurar o relatório sobre os EUA, a ver se dizia alguma coisa sobre a pena de morte, a prisão perpétua, os abusos policiais, a guerra demencial contra os criminosos que consomem substâncias que as autoridades acham que não deviam consumir, os abusos dos tribunais e o sistema prisional. Sobre tudo isto e muito mais do que pode produzir uma sociedade obcecada com crime e castigo e onde a liberdade consiste cada vez mais em ser igual ao vizinho, há notícias todos os dias - só hoje li esta e esta.

 

Nada, deve ser outro responsável - o Secretário Kerry tem o pelouro de espetar o dedo patronizing nos peitos contristados dos países relapsos; a introspecção pertence possivelmente a um departamento diferente, que não pude identificar.

publicado por José Meireles Graça às 12:11
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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

E assim se tenta contrariar e satisfazer Frau Merkel

Matteo Renzi, o novo, novíssimo recordista, o mais novo primeiro-ministro italiano, vai tentar a quadratura da Itália. E, segundo afirma, vai tentá-lo contra o que tem sido feito, até agora, nos países em dificuldades. Como? Em vez de aumentar impostos, pois a Itália já tem a mais alta taxação da Europa, vai reduzi-los. Onde? Primeiro nos custos das empresas, depois no IRS local, o IRPEF, e nas contribuições para a segurança social. O corte na despesa do estado deverá compensar a redução imediata das receitas. Espera, que o reanimar da economia, proporcione o aumento das entradas. Uma receita muito diferente da que foi seguida em Portugal, com alguma semelhança à da Irlanda (que recusou subir o IRC).

 

Renzi, esteve uma hora e meia ao telefone com Merkel e terá tentado fazer passar o plano. Pensa-se que o tenha conseguido fazer. A Itália ainda tem muita força e o seu peso no futuro do euro, depois de tudo já ter sido tentado, pelos governos anteriores, desde 2011, justifica mais um esforço. Um último, leram bem, um último esforço, desesperado, será feito.

 

A Itália, para depois de Renzi, não tem alternativas de liderança à vista.

 

Irei dando notícias. 

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publicado por João Pereira da Silva às 16:34
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Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

Subsídios para a reforma do Estado

Num fim de tarde, um cidadão sobreocupado pára para ler as notícias, por delas andar afastado há algum tempo, e descobre sem surpresa que o País continua igualzinho. Porque lhe dizem que é necessário fazer cortes de 1,2% do PIB para atingir em 2015 um défice de 2,5%, mas a coisa depende de estudos. E como entretanto há eleições de um grupo de notáveis para se juntarem a outros parasitas na Câmara dos Representantes e o eleitor não quer saber da Federação mas olha de lado para os cortes - os estudos vão ser inconclusivos.

 

De mais a mais, um dos grupos candidatos a fingir que tem uma palavra a dizer no Senado de Roma já anunciou o que pensa dos cortes: não são necessários, do que se faz mister é de corrupios no alto dos montes, bolsas para apurar definitivamente os efeitos no clima do bater de asa das borboletas-lobas, e a criação de clusters no sector das hortas e das enfermarias unissexo.

 

Entrementes, há teimosos que têm das coisas uma visão primitiva e rude. Por exemplo, vejamos este caso dos nadadores-salvadores: que resposta devem ter, depois de ponderados todos os interesses em presença? Dou uma pista: é o antónimo de sim. E quanto às velhinhas analfabetas? O caso é complicado, mas graças a Deus com alguma imaginação seria possível encontrar uma solução engenhosa: i) Extinguir a Secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade - um Ministro chega perfeitamente para se ocupar dos Assuntos Parlamentares e a Igualdade, na parte em que a consagração na Lei não chegue, pode esperar; e ii) A Senhora ex-Secretária põe-se à cabeça de um grupo de voluntários e vai ela dar aulas de alfabetização.

 

E agora que de uma penada já dei dois contributos - um para evitar despesa nova, outro para eliminar antiga - vou ver se trabalho mais um bocadinho. 

publicado por José Meireles Graça às 21:12
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Domingo, 23 de Fevereiro de 2014

Anacom revisited

Salvador Massano Cardoso é um médico e professor que quase diariamente relata casos do que se chama quotidiano, às vezes numa toada pessoal e intimista, num blogue cujos colegas se dedicam sobretudo ao comentário sobre economia e política - se é que estes dois assuntos não são apenas um.

 

Fá-lo de forma invariavelmente cordata. Mas hoje zangou-se e intitulou um post "FDP".

 

Lida a história, eu iria pelo extenso - filhos da puta indeed.

 

Sucede que as operadoras têm um supervisor, a ANACOM. A consulta ao sítio desta entidade é um exercício fascinante: Só o organograma já impõe respeito - Direcções são 10, de entre as quais a que se dedica à gestão do espectro (com delegações nos Açores e na Madeira), uma actividade com contornos, para os leigos, vagamente sobrenaturais, e a Direcção de Informação a Consumidores, sem dúvida destinada a industriá-los nas artes do yoga, para lhes reforçar a paciência; depois, sob a epígrafe Áreas Temáticas, há uma secção, entre mais de duas dúzias, denominada Oferta do Lacete Local (OLL), um propósito que se afigura, aos meus olhos leigos, altamente suspeito; e não podia faltar o espaço destinado a reclamações, onde não se pede o número de cartão de cidadão, decerto por lapso, mas se exige o número de contribuinte.

 

A julgar pela minha experiência, reclamar não vale a pena: o operador empata; a ANACOM finge que não está ao serviço dos operadores; e, no fim, quem for vítima de abuso fica com ele, se não tiver outro remédio.

 

Fui tentar descobrir quanto custa ao consumidor (horrível palavra) o estropício oficial e qual a sua dimensão - um trabalhão, a informação aparece diluída num documento de quase noventa páginas, recheado de entulho oficialês. Pois bem, as receitas previstas para 2014 são à volta de 69 milhões de Euros (pág. 78); as despesas com o pessoal quase 22 milhões (pág. 76); e empregados são 399, dos quais 248 quadros superiores (pág. 75).

 

Claro que a ANACOM deve servir para algumas coisas indispensáveis; e, se não existisse, algumas das suas atribuições estariam encaixadas numas quantas direcções-gerais. E deve ter ao serviço muita gente trabalhadora e capaz. Mas supervisor - não é.

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publicado por José Meireles Graça às 16:26
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Sábado, 22 de Fevereiro de 2014

Precisa-se

Há uma maneira de entender o que se passa na Ucrânia, de que lado deve estar quem queira estar de algum lado, de perceber o que há ali de anseio legítimo por uma vida melhor, ou de propaganda ou manipulação ou jogos de poder - da UE, da Rússia, dos EUA.

 

Há, tudo isso e mais. Mas nisto, como sempre, ninguém entenderá nada sem conhecer a história: da Rússia, da Ucrânia, do Mar Negro, da Guerra Fria e do fim dela. Então, vão estudar; que a ver tiroteios e barricadas e declarações não se aprende nada. O que os responsáveis dizem interessa pouco, se não soubermos as razões profundas porque dizem o que dizem; as manifs não aquecem nem arrefecem, se não soubermos quais as pulsões históricas ou circunstanciais que motivam os manifestantes.

 

Depois, com a história bem estudada, podemos escolher um campo ou apontar uma solução, ou a impossibilidade dela. Historiadores, precisam-se para as convulsões da Ucrânia. Europeístas, economistas, repórteres, comunistas, democratas, politotólogos - não.

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publicado por José Meireles Graça às 13:55
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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Tourada

Se um político competente vai desempenhar funções numa qualquer instituição internacional, logo dizem que é um belíssimo "tacho". Se tiver idade para isso, e acumular com uma reforma, passa de imediato a "ladrão".
Se um cançonetista sem criatividade nem público, vai dirigir uma instituição noutro país, é vitima de um "governo desumano"! Se acumular o seu vencimento com duas reformas, as reformas são escandalosamente baixas. Se as reformas são baixas, a culpa é do Governo, não é da gestão irresponsável da carreira contributiva.

publicado por Raul Almeida às 16:02
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Um apelo muito sério



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publicado por João Pereira da Silva às 09:54
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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014

União Europeia über alles

Num blogue da esquerda desalinhada leio, sob a epígrafe "faz medo ao susto", que esta entrevista é aterradora.

 

É de um líder "populista", de nome Christoph Blocher - todo um programa, com um nome destes podia perfeitamente ter sido gauleiter.

 

O homem é milionário (portanto suspeito) e faz campanha contra a União Europeia (portanto a favor do nacionalismo e da guerra), a imigração (portanto contra os direitos humanos) e o Islão (portanto contra a liberdade religiosa). Que diz então, concretamente, o fássista?

 

Que não quer que a UE decida da fiscalidade suíça, incluindo a que incide sobre juros de depósitos de cidadãos da UE; que a legislação europeia seja incorporada automaticamente na ordem jurídica interna; e que as disputas sobre interpretação de tratados sejam reguladas pelo Tribunal Europeu. Depois, explica por que razão a Suíça não tem a intenção de denunciar tratados para além das provisões dos próprios tratados para esse efeito e lembra que 23,8% dos residentes são estrangeiros e quase 15% suíços de primeira geração.

 

Finalmente, explica que a grande UE tem mais a perder com o desentendimento, no caso de querer forçar a mão da pequena Suíça, do que ela própria. Quase a abrir, aliás, Blocher ousa declarar, com desplante: "We won't be concluding any colonial treaties".

 

Se eu fosse suíço, teria votado com a maioria, mesmo que as restrições à imigração pudessem ter, como possivelmente terão, consequências económicas negativas: o crescimento económico é um valor; mas a identidade também, e a perspectiva de a prazo ficar em minoria no país natal é um suicídio identitário.

 

Então, e os emigrantes portugueses? Ora, o próprio Blocher tem cerca de 30% de empregados estrangeiros. E, como ele diz, "we would have gotten these people even without free movement". Quer dizer que as autoridades portuguesas fariam bem em não dizer nada em razão da matéria. Porque a pergunta certa não é como ousa a Suíça desafiar a UE; é como tratará a UE pequenos países pobres dependentes, quando se permite tratar arrogantemente pequenos países ricos independentes.

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publicado por José Meireles Graça às 00:19
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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014

...

Na tabacaria, entre a muita boa imprensa que ainda há disponível, dão invariável destaque às publicações ditas cor de rosa (porquê cor de rosa? há tons de rosa que nem são tão pirosos assim).

Impressionou-me ver nas capas de duas dessas publicações uns personagens sinistros a fazerem o trading da sua própria morte.

Respeito sempre as opções pessoais de cada um, não é o que está em causa. Nesse respeito, cabe contudo, a incompreensão pela publicidade e aproveitamento que se possa fazer de momentos que considero os mais íntimos e reservados que teremos de enfrentar. Não me venham com lições de vida ou de morte, não tardará e teremos death coaching; cada um morre pessoal e intransmissivelmente a sua própria morte, cada um terá de encontrar por si e em si as respostas a essa circunstância inescapável. 
Escolher partilhar estes momentos entre os arrufos da Lucy e do Djaló e as novas cenas de sexo na "casa", dá uma de duas impressões: uma solidão e medo devastadores, em que tudo vale para chamar à atenção, ou o tal trading macabro, em que tudo se vende até ao último suspiro.
Pior mesmo, só o enorme bando necrófilo que consome ávido a infindável miséria alheia.

publicado por Raul Almeida às 00:33
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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Assistência no Delírio aos Servidores da Esquerda

Pessoas apreciadoras de quem não as merece ofereceram-me em tempos um seguro de saúde. Os seguros de saúde tresandam a seguradoras e bancos, e dá-se o caso de a minha experiência de vida me ter feito chegar à conclusão que as companhias de seguros são quadrilhas de ladrões, sob a supervisão de uma entidade que, como as outras destinadas a impedir abusos, garantir transparência e assegurar a concorrência, não faz nada disso; já os bancos, por outro lado, são associações de malfeitores dirigidas por pessoas que, se o mercado fosse deixado funcionar e o Estado não interviesse, teriam o estatuto de desempregados, por terem arruinado as instituições que dizem servir (igualmente sob a supervisão de uma outra entidade pública, esta dirigida por invisuais pagos a peso de ouro).

 

Quer dizer que, teoricamente, não deveria apreciar a prenda. Mas as coisas apenas são más ou boas em relação a outras do mesmo género. E no género saúde a alternativa, que é a conquista de Abril que dá pelo nome de SNS, é uma abominação, por significar filas de espera, impressos, papeladas, abusos e descasos de toda a espécie e, sobretudo, completa ausência de liberdade de escolha - para além da gigantesca malbaratação de fundos que numerosos ingénuos julgam poder ser corrigida a golpes de decretos, portarias, circulares, instruções e reclamações. Isto sem falar do negro destino que está reservado ao mastodonte, que pôde crescer e melhorar espectacularmente a saúde da população da qual cuida apenas porque durante décadas ninguém foi obrigado a pensar se o País pode oferecer cuidados a toda a gente, quer tenha quer não tenha recursos, e fazê-lo através de um corpo de funcionários públicos.

 

O meu médico, que me atura desde que o anterior, seu pai, morreu há décadas, é um daqueles que por dá cá aquela palha quer exames, análises e consultas de especialistas. E, sem nunca ter estado seriamente doente, e evitando aliás a classe médica com algum empenho, adquiri, sobretudo por interpostas pessoas, uma vasta experiência de hospitais, casas de saúde, clínicas, pessoal e organização, tudo na perspectiva de utente e cliente.

 

Tenho assistido à polémica em torno da ADSE com pasmo: que a esquerda não a veja com bons olhos está na ordem natural das coisas - a liberdade que tem o beneficiário de escolher o estabelecimento e o médico contraria frontalmente o princípio universal e igualitário do SNS; que os sindicatos da função pública estejam abençoadamente calados, ou aqui e além esbocem algum tímido apoio à ADSE entendo - podem, à boleia da defesa dos interesses dos trabalhadores, fazer passar de contrabando a agenda do PCP, mas não podem contrariar aqueles interesses de forma demasiadamente óbvia; e que o Governo fira o sistema, não sabemos se mortalmente, também percebo - o estatismo tem os seus cultores em todo o espectro partidário, e, pior, na esmagadora maioria do eleitorado.

 

Mas que na comparação entre os custos para o contribuinte de um sistema e outro se parta do princípio que, se a ADSE fosse extinta, a parte dos custos não coberta pelos descontos seria poupança, como se o acréscimo de afluxo de doentes ao SNS não custasse nada - isso não alcanço; e que, à direita do espectro da opinião, se defenda a extinção da ADSE porque custa - se custa, até nisso há dúvidas - dinheiro ao contribuinte, sem curar de apurar se não seria possível eliminar a punção fiscal preservando a liberdade que os funcionários públicos ainda têm - oh la la, temos a burra nas couves.

 

Gostaria por isso de acreditar nas declarações de Manuel Teixeira, na parte em que diz: “A vantagem da ADSE é constituir-se como um ‘germe’ de seguro público de saúde, garantindo liberdade de escolha ao beneficiário relativamente ao prestador de cuidados de saúde”.

 

Pois sim: mas, para já, qualquer funcionário pode optar por não pagar a ADSE; mas não pode optar por não pagar, como contribuinte, o SNS. Já o não funcionário pode, como eu, optar por guardar do SNS prudente distância, mas continua a ter que o sustentar. E, tendo pago a uma seguradora o prémio; tendo pago a um estabelecimento privado a diferença entre o que o seguro cobre e o que não cobre; e não tendo gasto um cêntimo ao erário público - nem por isso pode deduzir, nos impostos que paga, a totalidade do que suportou.

 

Grande baralhação, que tem um único fio condutor: pense-se o que se pensar, diga-se o que se disser, vote-se em quem seja, tudo no fim fica bem desde que se seja socialista.

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publicado por José Meireles Graça às 20:26
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