Domingo, 26 de Fevereiro de 2017

Portugal está a definir-se na Justiça

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Quem ainda não leu, deveria ler o artigo de António Barreto hoje no DN. Dá uma boa panorâmica do estado da nação e mostra bem o desespero que um homem centrista honesto e sério "sente", e descreve racionalmente, face à sucessão de "casos" e escândalos que visam assegurar a manutenção no poder do "partido", transversal à esquerda e direita, de gente nada recomendável que vive de nos mugir com impostos.

A manipulação mais abjecta reina na comunicação social. As 4 estações de televisão estão nas mãos de agentes desse partido transversal. Não há praticamente vozes discordantes nos media e quando são apresentadas é um mero disfarce de contraditório.

A ofensiva em desenvolvimento visa, não apenas assegurar o actual ciclo de poder, até às próximas eleições, mas também garantir que após Costa, com o reforço desse partido transversal, quem dominar o PSD seja participante dessa clique e lhe continue a garantir o lugar à mesa do orçamento de estado e negócios nas empresas de regime. Passos é o inimigo número 1 a abater e é à luz desse objectivo que os "casos" ficam perceptíveis.

Apesar da face visível da ofensiva estar nos media, o verdadeiro combate acontece no meio da Justiça. Do lado dos contrários ao "partido" transversal a luta é institucional e é nas instituições que os postos de controlo são degladiados. É nas decisões de investigação e de gestão da aplicação da justiça que a verdadeira afronta ao tal "partido" existe. Nos media constatamos a espuma desse confronto e tudo o que é preparado para consumo deve ser visto à luz dos interesses de controlo de acções judiciais, presentes e futuras.

A situação é muito séria e o resultado incerto. Votos de força a quem está nas linhas da frente.

 

publicado por João Pereira da Silva às 08:20
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1 comentário:
De José Domingos a 26 de Fevereiro de 2017 às 21:21
Exigem ser os donos de Portugal, e fazem de tudo para isso. Por enquanto, será a justiça o ultimo obstáculo. embora tenham lá muitos moços de fretes e também tiveram em lugares chaves, indivíduos sempre prontos a meter a cunha. Conhecem bem os corredores, onde se pede, onde se manda ou se fazem negócios.
Tem muitos aventais pelo meio. mandam ou exigem obediência e ninguém os elegeu.
Aguardemos, mas não auguro nada de bom, estamos pesados e barrigudos, quer dizer. mansos.

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