Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017

Mamadou reincide

Há uns meses tropecei numa entrevista de um tal Mamadou, assessor do Bloco de Esquerda, e dei-me ao trabalho de a comentar quase parágrafo a parágrafo. O homem é um choramingão que quer botar para render o seu palavreado de sociólogo à la Boaventura Sousa Santos, que estranhamente não cita. E acumula esta condição com a de racista preto, isto é, alguém que acha que a negritude justifica que o Estado (ou seja, os contribuintes, cuja esmagadora maioria é branca) se ocupe de criar legislação que proteja em especial a sua comunidade, para a compensar dos abusos de que foi vítima pelo colonialismo, a proteger dos reais ou imaginários que sofre agora, e a favorecer em relação a outros indivíduos em igualdade de circunstâncias mas que se dá o caso de não serem pretos ou ciganos. Ou seja, quer um tratamento negativamente discriminatório dos brancos. Sobre judeus, asiáticos e outras minorias não dizia nada, nem diz agora num artigo de opinião com que polui uma página do Público, um dos órgãos oficiosos da Geringonça.

 

O moço não é meigo, o que o torna simpático a meus olhos, e não se desse o caso de escrever em doutorês, e por isso às vezes não se entender o que diz, encará-lo-ia com mais tolerância. Trata José Manuel Fernandes, Helena Matos, Henrique Raposo e outros como "jornalistas-cronistas travestidos em ideólogos do quotidiano", e os historiadores João Pedro Marques e Rui Ramos como "tentando impor uma leitura higiénica do passado colonial racista para deslegitimar a possibilidade de o relacionar com as suas consequências no presente".

 

Estes e outros fazem uma "armada". E dela fazem parte, ó deuses, senadores da República como Pacheco Pereira e António Barreto.

 

Parece que também a propósito destes dois se pode dizer que "é abjecta a generalização segundo a qual, entre as comunidades negras e ciganas haveria sempre muita gente que, não só não cumpriria a lei, como representaria um custo social elevado para a sociedade. Só que ela impõe uma leitura do racismo como mera questão moral entre indivíduos e não uma questão profundamente política".

 

Boa, Mamadou. Que gosto que teria se te pudesse acompanhar quando afirmas que estes dois vultos fazem generalizações "abjectas". Mas não, meu querido: têm uma inclinação muito pronunciada para abundarem um em asneiras e o outro em banalidades; mas não dizem nada de abjecto, acontece-lhes acertarem, têm e merecem no espaço da opinião o lugar que nunca terás, e qualquer dos dois se diminuiria se se desse ao trabalho de rebater o que imaginas serem argumentos ponderosos, embora Pacheco o possa eventualmente fazer, com o medo pânico que têm as pessoas de esquerda de serem consideradas racistas.

 

"Quando José Pacheco Pereira diz que André Ventura tem razão quando acusa a comunidade cigana de 'viver de subsídios e acima da lei', quando Rui Ramos ou José Manuel Fernandes se insurgem contra o politicamente correcto e defendem que as declarações de Passos Coelho nada têm de xenófobas, quando João Pedro Marques se insurge contra a 'ditadura da memória', quando António Barreto diz que 'Portugal não é um país racista, mas há racistas', entre eles 'africanos e ciganos', o que está em causa é uma tentativa de deslegitimar a luta contra o racismo e a afirmação ideológica de que Portugal não é um país racista".

 

Portugal, a meu ver, não é um país racista; e, mesmo que o seja ou fosse, desde o momento que a legislação não estabeleça na ordem interna discriminações fundadas na raça ou pertença a qualquer grupo identificável por características culturais, religiosas ou outras, e desde que os serviços ou agentes do Estado ajam no cumprimento das suas obrigações sem discriminações baseadas naqueles critérios, dou-me por satisfeito.

 

Mamadou não dá, quer discriminações positivas a favor de negros e ciganos e a compressão do direito à livre expressão da opinião quando esta possa ser qualificada como racista  ̶  é o que designa como "luta contra o racismo". Não é que o diga explicitamente, mas nem precisa: nada do que pensa ou diz passa de uma importação do palavreado de certa esquerda americana, onde a afirmative action aplicada à comunidade negra tem décadas e os riscos de perda de emprego por afirmações consideradas racistas são presentemente bem reais.

 

Talvez seja oportuno lembrar duas ou três coisas simples:

 

i) Racista é aquele que acredita que determinadas características físicas como a cor da pele ou o formato dos olhos indiciam por si alguma forma de superioridade ou inferioridade. Mas não é racismo achar que por uma multiplicidade de factores históricos, geográficos, circunstanciais, umas sociedades evoluíram mais do que outras na sua tecnologia, nas suas instituições e na sua cultura. A civilização romana era mais adiantada que a dos Hunos; a dos colonos europeus mais do que a de tribos canibais ou na Idade da Pedra: e os valores do Ocidente na configuração actual (igualdade dos cidadãos perante a lei e entre os sexos, respeito do direito de propriedade, liberdade de opinião, democracia, etc.) são superiores, por exemplo, aos de sociedades presas a teocracias medievais. O relativismo cultural não existe nem para a lógica nem para o senso; só existe para a historiografia de esquerda e para projectos totalitários acoitados em campus universitários e para partidos políticos que querem actualizar o marxismo;

 

ii) Ou se respeita o direito à livre expressão da opinião ou não. Se quisermos proibir afirmações de racistas, ou de comunistas, ou de negacionistas do holocausto, ou de quem ache que os americanos não foram à Lua, não só não desaparecem os crentes de tais teorias disparatadas como acumulam, se pertencerem a um grupo suficientemente numeroso, com a condição de mártires. Para não falar em quem decide, por exemplo, o que se entende por racismo. Mamadou acha que deve ser ele e os amigos dele. E acredita que, por ser preto, tem uma particular autoridade para navegar em tais águas moralistas. É por isso, aliás, que ataca Gabriel Mithá Ribeiro com particular virulência ("...os miseráveis préstimos de um colonizado mental, que, na sua jactância inflamada..."), a quem decerto só não chama traidor porque não se lembrou;

 

iii) Se eu fosse ou me considerasse racista (não sou, e sei-o porque a ideia de ter netas pretas ou chinesas não me é antipática) di-lo-ia, desassombradamente. E não reconheceria o direito a um Mamadou qualquer, nem muito menos a um comunista (que defende modelos de sociedade necessariamente bárbaros, e portanto inferiores) de me autorizar ou proibir de pensar e dizer fosse o que fosse. De resto, fiscais do pensamento e da palavra é o que mais há por aí, até na direita democrática, Deus lhes perdoe, e todos se distinguem por quererem proibir a expressão disto e daquilo, seja o racismo, seja o que classificam de blasfémia, seja a ideia de que os americanos não foram à Lua, seja qualquer outro disparate em que a credulidade de uns, a ignorância de outros, a fé de muitos, o medo dos outros, e a inveja de bastantes, sirvam para dar largas ao pequeno ditador que quase todos trazem dentro de si.

publicado por José Meireles Graça às 21:35
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Sábado, 13 de Maio de 2017

Mamadou deu uma entrevista

Mamadou deu uma entrevista.  E eu, que não conhecia este filósofo social, fui lê-la por a ver citada encomiasticamente.

 

Venho impressionado porque Mamadou não diz senão asneiras, e asneiras incomodativas porque se inserem na vasta tendência para policiar o pensamento que, com origem nos Estados Unidos, chega agora, com o atraso da praxe, às nossas costas, juntamente com garrafas de plástico, hidrocarbonetos e outros detritos.

 

E como este pensador é, pelos vistos, assessor do Bloco de Esquerda, as patetices que expectora têm potencial para afectar a nossa vida e as nossas liberdades. A razão, circunstancial, é simples: a economia que o Bloco deseja contraria a que os nossos patrões europeus consentem, e portanto o PS não pode dar à Sara Bernhardt da Companhia de Teatro de Visões Úteis (não estou a inventar, semelhante coisa existiu sem ser o departamento de teatro do Hospital Conde de Ferreira), nem aos restantes dementes que compõem o grupo parlamentar do BE, o que ela quer. E como na economia e nas finanças não pode ser, haverá que ser noutras áreas, seja a protecção dos animais, o combate à evasão fiscal, a igualdade entre os sexos, as novas formas de parentalidade, as modernas teorias pedagógicas, o racismo e quanto disparate o marxismo recauchutado inventou para fazer um homem novo - se não podes para já, enquanto o IRS não chega aos 100%, ser materialmente igual ao teu vizinho, que ao menos penses sob ameaça o mesmo que ele em áreas sensíveis.

 

Que diz então Mamadou? "Denuncia o racismo estrutural existente em Portugal, visível nas demolições em bairros sociais como o 6 de maio, na Amadora, ou na forma de atuação das autoridades, isto numa altura em que as imagens de uma agressão de um militar da GNR a um cidadão brasileiro, em plena repartição das Finanças, no Montijo, estão a dividir a opinião pública. Para o dirigente do SOS Racismo, o racismo que existe no nosso país é fruto do 'imaginário colonial' que subsiste nos dias de hoje, uma vez que Portugal ainda não foi capaz de fazer a sua 'catarse histórica'. Neste sentido, critica o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, por ainda “não ter descolonizado a sua mente”.

 

Não conheço felizmente o bairro 6 de Maio, de nome aliás suspeito (que raio se passou em 6 de Maio?), nem sei quem lá vive, mas, mesmo sem conhecer, e sem estar seguro de que a entidade que deliberou a demolição saiba o que está a fazer, há maneiras de reagir contra decisões ilegais. E se essas maneiras nem sempre são acessíveis a quem é pobre, sê-lo-ão certamente a uma associação. É isso que o SOS Racismo vai fazer? Não, que ideia.

 

Envolvi-me numa discussão no facebook com um polícia que defendia com os argumentos de caserna e corporativos que seriam de esperar a atitude do seu colega do Montijo, de resto sob os aplausos da escumalha justiceira que pulula nas redes sociais. Nem ele, que defendia a selvajaria, nem eu, que a atacava, alguma vez mencionámos a condição de estrangeiro, e menos ainda a de provável gay, que o "arruaceiro" aparentava ter. E não fiquei de modo nenhum com a impressão que isso tivesse para o polícia qualquer relevância: era perfeitamente capaz de adoptar o mesmo procedimento abusivo em relação a qualquer outro cidadão que estivesse a ofender o respeitinho que ele imagina ser devido à autoridade. Mas mesmo que o factor "estrangeiro" ou "paneleiro" tivesse pesado, não deve isso ter qualquer relevância nem sequer como agravante: todos os cidadãos merecem tratamento igual e a sanção das ofensas aos seus direitos não deve ser agravada ou aliviada por causa das convicções dos seus autores. É isto que defende Mamadou? Claro que não.

 

Mamadou, ou outras cabeças pensadoras, vão fazer trabalhos de investigação e publicar livros onde se vertem teses dolorosas e convincentes para corrigir o "imaginário colonial" e promover a necessária "catarse histórica"? Que trabalheira, credo, há maneiras mais expeditas de convencer as pessoas. A toque de caixa, por exemplo.

 

Que o presidente Marcelo "precisa de descolonizar a sua mente" - não poderia estar mais de acordo. Mas Mamadou não parece entender muito de processos mentais: semelhante operação implicaria que Marcelo removesse previamente a prodigiosa quantidade de ficheiros inúteis que lhe entopem o disco duro, mais uma grande acumulação de bugs, após o que estaria em condições de instalar o software do Bloco. Mas nem o novo software é recomendável segundo as opiniões mais avisadas nem o disco duro em questão tem tamanho para uma operação de tal envergadura.

 

"Prova disso é que as questões raciais 'deixaram de ter centralidade na intervenção dos partidos políticos' e que o Governo português não foi, ainda, longe o suficiente no que diz respeito à lei da nacionalidade ou à criminalização do racismo, considera Mamadou Ba".

 

Não estou muito familiarizado com esses momentos abençoados em que as questões raciais tiveram "centralidade", e portanto igualmente não me apercebi de quando deixaram de ter. E como o ilustre, e até agora ignoto, entrevistado explica lá para o fim que ir mais longe no que diz respeito à lei da nacionalidade significa que quem nasce em Portugal é português, vejo-me coagido a fazer-lhe um processo de intenção, declarando: se é para entupir o país de Mamadous, não, obrigado, já sustentamos uma quantidade mais do que razoável de inúteis. Quanto à criminalização do racismo receio bem que seja exigível previamente uma definição objectiva do que por tal conceito se entende, e em que consiste o crime: se é para proibir as pessoas de terem, e emitirem, opiniões racistas, sou contra, por privilegiar o direito à livre manifestação da opinião; se é para proibir comportamentos discriminatórios com base na cor da pele, ou na religião, ou nas convicções políticas, ou na orientação sexual, tais proibições já estão contempladas na lei.

 

"Temos o 'racismo ordinário' e o 'racismo subtil' - apesar de eu não gostar muito desta expressão. O 'racismo subtil' está na atuação das instituições públicas e privadas, está presente no acesso aos serviços mais básicos e está nas relações sociais quotidianas. Quando eu, por exemplo, pretendo alugar uma casa e o proprietário ou agente [imobiliário] descobre que eu sou diferente, ou pelo sotaque, pela cor da pele ou pela origem, é uma forma de racismo".

 

Em matéria de ilícitos e crimes não há lugar para presunções, mais ou menos ou assim-assim. Portanto, o agente imobiliário não alugou a casa a um preto mas arrendou-a a um branco com a mesma situação económica e que oferecia as mesmas garantias? Provem e queixem-se. Dá muito trabalho, custa dinheiro, e consome tempo? A Justiça funciona mal para todos, tenham paciência, brancos, pretos, pobres, ciganos e tutti quanti; e funciona um pouco menos mal para quem tem recursos e advogados, situação que só nos deve interessar se o seu remédio não for pior do que a doença. Agora, não me venham cá com distinções especiosas entre racismos ordinários e subtis: as mesmas distinções de atitude existem para mulheres bonitas e feias, ou ricos e pobres, sem que para toda a discriminação subtil exista remédio, e sem que todas as categorias de ofendidos andem por aí a gemer e a reclamar uma especial atenção à sua condição.

 

"Temos uma violência policial muito enraizada no racismo. Vários jovens foram mortos pela polícia, em circunstâncias absolutamente indefensáveis do ponto de vista da absolvição dos códigos de procedimento da atuação da polícia, simplesmente porque eram negros ou ciganos".

 

As polícias, em Portugal, têm uma tradição de abuso e impunidade, que resulta das deficiências da sua formação, do militarismo dos seus comandos, dos reflexos condicionados das magistraturas (que tendem a não castigar o exercício abusivo da autoridade por suporem que isso pode diminuir a sua própria), do justicialismo presente na opinião pública, e da cobardia do poder político que só quer defender princípios na medida em que com isso não perca votos. Isto será assim, é o meu palpite. Mas nem Portugal é um caso particularmente assinalável pela negativa, nem o problema é fácil de resolver, nem o fundamento racista das atitudes policiais em relação a comunidades "diferentes" está demonstrado. Caberia perguntar, por exemplo, por que razão a comunidade chinesa, aqui e em toda a parte, está relativamente ao abrigo de incidentes.

 

Em vez das críticas gemebundas do entrevistado, que são aliás as comuns na área política a que se acolhe, o SOS Racismo faria bem em dedicar-se a perceber por que razão a criminalidade é mais alta em certas comunidades do que noutras. E se encontrar como resposta que as famílias estão mais desestruturadas e que a taxa de desemprego é muito maior faria melhor em tentar remediar esses males - dentro de si e não na imposição de comportamentos de discriminação positiva a terceiros.

 

"A opinião pública está formatada pela opinião publicada. E isto é um problema. A opinião publicada tem procurado criar uma narrativa de perigosidade em determinadas classes sociais e em determinados lugares no nosso país. Há bairros que são considerados perigosos por serem habitados por determinadas pessoas. Essa retórica e todo o circo mediático que se constrói em torno do perigo que existe nestes bairros, da ameaça à ordem pública que representam as pessoas de determinadas características culturais e fenotípicas, faz com que, obviamente, haja a ideia de que a atuação da polícia condiz com a necessidade de garantir a ordem pública".

 

Lá que a opinião pública está formatada pela opinião publicada estou, em parte, de acordo. A opinião publicada portuguesa, por exemplo, acha há quarenta anos que em tirando aos ricos e dando aos pobres ficam todos remediados, e a opinião pública acha consequentemente o mesmo, donde nem o país cresce, nem a dívida diminui, nem a classe média se alarga, nem os ricos existem em maior quantidade. Mas é inegável que Trump foi eleito contra a opinião publicada, e que Marine Le Pen teve muito mais votos nas urnas do que os indiciados pelo apoio nos meios de comunicação social. Vamos fazer o quê? Um catálogo de ideias acertadas para os jornalistas papaguearem? Mas o catálogo de quem? O meu ou o de Mamadou e Mariana Mortágua?

 

"No entanto, o que as pessoas se esquecem é de perguntar porque é que a policia não atua da mesma forma quando entra na [avenida] 24 de julho e quando entra na Cova da Moura. Obviamente que o que determina a musculatura da intervenção das forças de segurança é o preconceito racial. Há uma espécie de espaço de sessões jurídicas em determinadas zonas do país onde as forças de segurança acham que, por estas serem habitadas por determinadas pessoas, não são obrigadas a cumprir determinadas práticas deontológicas. Isto tem que ver, efetivamente, com a questão racial, e as pessoas esquecem-se, muitas vezes, de que Portugal ainda é um país que tem uma cultura bastante colonial. Enquanto não for feita a catarse histórica relativamente à escravatura e ao colonialismo obviamente que teremos sempre pessoas que vão continuar a justificar o seu racismo".

 

Épá, realmente tenho-me esquecido de perguntar isso. Mas estive a reflectir durante quase dois minutos e ainda vou a tempo de responder: a polícia vai aos sítios onde é mais provável encontrar drogas, armas, traficantes e bandidos, de forma diferente da que usa quando vai a sítios onde encontra bêbedos e tipos sem carta de condução. Abusa em ambos os lugares, e abusa de forma diferente porque nos primeiros é mais provável levar um balázio e em ambos os atropelos ficam impunes. Será por racismo? Tretas.

 

O resto é mais do mesmo e consiste basicamente nisto: o colonialismo foi um horror e os descendentes dos colonizadores devem levar a mão à consciência e ao bolso, pedindo desculpa aos descendentes dos colonizados ao mesmo tempo que rapam da carteira de cheques.

publicado por José Meireles Graça às 20:49
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