Domingo, 5 de Março de 2017

Teoria da Conspiração - Tirar-nos do Euro para enriquecer ainda mais

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Encontrei umas pessoas doidas que me contaram uma teoria maluca:

A banca e as grandes empresas do regimes (servidas e a servirem-se do Estado) foram usadas pelas cliques - desde que aderimos ao Euro - como modo de criação e manutenção de fontes de rendas extractivas que permitiram acumular riqueza com liquidez transferida, durante os anos do Euro, para o exterior.

Agora chega o momento de preparar a saída e tirar Portugal do Euro. Demorará ainda alguns anos se a Zona Euro não colapsar por si própria.

No choque da saída, os nacionais com poucos rendimentos e posses ficarão depauperados. Todos os que têm créditos à habitação terão a dívida convertida em moeda nacional com o valor ancorado em moeda estrangeira mais cara. As contas bancárias perderão muitos pontos percentuais de valor. Nacionalmente as falências serão em catadupa. Apenas os nacionais que têm dinheiro lá fora, comparativamente aos que têm dinheiro cá dento, enriquecem muitas vezes.

Depois de enriquecerem, e com o bust nacional, imobiliário e mobiliário, os que têm dinheiro lá fora, serão os únicos nacionais com poder de compra para poder adquirir o que ficará inevitavelmente disponível a patacos com as múltiplas falências, e pimbas: são ainda mais donos do país.

Louçã é um risco, não pelo que pode fazer no Banco de Portugal mas pelo que pode vir a saber para usar na execução do plano.

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Os peões de brega do PCP, e os tontos do BE, que não publicitam mas querem mesmo mesma a saída do Euro, são meros joguetes nas mãos das elites extractivas (em torno do partido transversal)  que os usam como idiotas úteis para cumprir o plano.

Não dou crédito nenhum a esta teoria maluca. Mas, pelo sim e pelo não, jogando pelo seguro, é de pôr dinheiro lá fora.

 

publicado por João Pereira da Silva às 08:07
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Domingo, 26 de Fevereiro de 2017

Portugal está a definir-se na Justiça

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Quem ainda não leu, deveria ler o artigo de António Barreto hoje no DN. Dá uma boa panorâmica do estado da nação e mostra bem o desespero que um homem centrista honesto e sério "sente", e descreve racionalmente, face à sucessão de "casos" e escândalos que visam assegurar a manutenção no poder do "partido", transversal à esquerda e direita, de gente nada recomendável que vive de nos mugir com impostos.

A manipulação mais abjecta reina na comunicação social. As 4 estações de televisão estão nas mãos de agentes desse partido transversal. Não há praticamente vozes discordantes nos media e quando são apresentadas é um mero disfarce de contraditório.

A ofensiva em desenvolvimento visa, não apenas assegurar o actual ciclo de poder, até às próximas eleições, mas também garantir que após Costa, com o reforço desse partido transversal, quem dominar o PSD seja participante dessa clique e lhe continue a garantir o lugar à mesa do orçamento de estado e negócios nas empresas de regime. Passos é o inimigo número 1 a abater e é à luz desse objectivo que os "casos" ficam perceptíveis.

Apesar da face visível da ofensiva estar nos media, o verdadeiro combate acontece no meio da Justiça. Do lado dos contrários ao "partido" transversal a luta é institucional e é nas instituições que os postos de controlo são degladiados. É nas decisões de investigação e de gestão da aplicação da justiça que a verdadeira afronta ao tal "partido" existe. Nos media constatamos a espuma desse confronto e tudo o que é preparado para consumo deve ser visto à luz dos interesses de controlo de acções judiciais, presentes e futuras.

A situação é muito séria e o resultado incerto. Votos de força a quem está nas linhas da frente.

 

publicado por João Pereira da Silva às 08:20
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2017

Manifesto anti-Keynes de Carlos Novais Gonçalves

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Li ontem a Secção 5 do livro de uma só assentada. Trata-se de um Ensaio de Carlos Novais sobre as origens e motivos para a permanência na ficção monetária em que vivemos, os seus lados negros e consequências para a nossa vida quotidiana.

Tinha receio de encontrar um livro críptico e difícil de ler e entender. Quem acompanha os escritos de Carlos Novais nos blogues e redes sabe que algumas vezes é tão sintético, tão elaborado conceptualmente no discurso, que pode ser difícil de acompanhar.

Não é o caso do livro. Claro e fundamental, em poucas páginas, temos a descrição do sistema monetário que se iniciou no fim do séc. XIX e se sedimentou com Keynes e seguidores. Ilustra também como estamos numa armadilha de pobreza e prisioneiros de um sistema exploratório que as elites estatistas globais gerem em primordial proveito próprio pelo controlo e monopólio da moeda.

É um livro que serve para enquadrar a actual crise portuguesa, suas causas e efeitos. O erro estrutural do investimento público baseado em dívida pública e impostos sobre as futuras gerações está bem explicado. Clarifica porque a crise portuguesa se prolonga já há tantos anos, mostrando como a crise de 1920-21 foi resolvida com fórmula antagónica à de 1929, e as vantagens de deixar o ajustamento à economia sem usar o intervencionismo estatal que contem em si mesmo os elementos que gerarão as próxima bolhas e convulsões.

As secções seguintes são um texto de Hans-Hermann Hoppe e outro de Rothbard. Estão na calha para hoje.

Não deixem de ler. Penso que se trata de um livro fundamental, escrito por alguém que compreende como poucos o assunto.

O livro pode adquirir-se aqui: Chiado Editora

Se for em formato ebook, o site envia um ficeiro Epub que se pode usar com este Epub Reader.

Boa leitura.

Deixo-vos um excerto para abrir o apetite:

"A doutrina de Keynes está, na verdade, na base do paradigma do modelo político­-social vigente. As ideias têm consequência e as verdades Keynesianas tiveram influência decisiva no crescimento do estado social­-democrata moderno, cujo peso da despesa na economia ainda não parou de aumentar (nem sequer nos anos de Reagan e Thatcher) assim como o sistema económico­-monetário se caracteriza pelo aumento contínuo do peso da dívida pública e privada relativamente ao produto.
O próprio Keynes está consciente do seu papel e do poder das ideias na ciência económica, e para avaliarmos isso nada melhor que citar o próprio:

“As ideias de economistas e filósofos políticos, quer quando elas estão certas e quando estão erradas, são mais poderosas do que é geralmente entendido. Na verdade o mundo é governado por pouco mais. Homens práticos, que acreditam serem completamente isentos de qualquer influência intelectual, geralmente são os escravos de algum economista defunto.”"

 

publicado por João Pereira da Silva às 07:42
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Sábado, 11 de Fevereiro de 2017

A mentira é apenas o ar que a geringonça respira

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Não há quaisquer motivos para nos surpreendermos com as mentiras que agora vieram a lume e foram comprovadas. A mentira está na essência e na génese da geringonça. Ora vejamos uma curta síntese:

1. Costa, mentiu durante meses enquanto fingia ser presidente da CML mas se concentrava a 100% na campanha interna e externa do PS.

2. Costa mentiu durante anos, enquanto participava na Quadratura do Círculo como "comentador" e era apenas um homem interessado na promoção da sua agenda e do seu grupo que o poderia levar ao poder.

3. Costa mentiu dentro do PS enquanto "entalava" Seguro afirmando o "poucochinho" da liderança de Seguro, preparando a sua ascensão e usurpação do poder no PS.

4. Costa mentiu durante a campanha eleitoral, ocultando os acordos que os jovens turcos íam preparando nas costas dos eleitores sobre a possibilidade de um arranjo parlamentar pós-perda de eleições.

5. O BE e o PC mentiram, ocultando também o acordo. Mentiram quando fizeram parecer possível assumir uma solução de apoio governativo respeitando Tratado Orçamental e compromissos europeus, quando são todo o seu contrário, exigindo negociação da dívida e saída do Euro.

6. Centeno mentiu quando academicamente defendeu os riscos do aumento do salário mínimo e quando governante implementa aumentos acima da produtividade.

E a lista é longa. Um governo baseado na mentira só se pode sustentar na mentira, prosseguir na mentira e acabar na mentira. Não há castelo de cartas mais instável do que o construído com mentiras.

"Sorte" ou génio, de Costa e geringonça? Apenas uma: os media, que são amorfas máquinas de repetição e proliferação de mentira para apaziguar o povo e permitir o parasitismo do Estado abusador.

Mentiras, mentiras e mais mentiras. Surpreendem-se os ingénuos ou distraídos.

Disclaimer: Gandhi, na foto que ilustra, também não terá sido puro. 

 

publicado por João Pereira da Silva às 08:43
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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016

Renzi jogou bem

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Renzi fez a jogada da sua vida.Aquela que o legitima. E sim, porque ele tinha falta de legitimidade ao nunca ter sido eleito primeiro-ministro de Itália.

Para se entender a necessidade da reforma, que versava vários aspectos, não apenas o prémio de maioria, é preciso olhar para os 60 governos italianos em 70 anos de república. 70 anos de fragmentação multipolar partidária em que a governabilidade foi sempre uma miragem.

Com o Euro, a Itália enfrenta o maior desafio económico-estatal da sua história recente. O país da inflação e desvalorização crónica deve viver em equilíbrio orçamental e reduzir a sua dívida com imprescindível saldo orçamental suficiente. Ora, o sistema partidário impede qualquer reforma num país que todas as semanas anuncia novas reformas.

Renzi é apoiado pela juventude liberal pragmática do centro. A juventude que leu "Il liberismo è di sinistra" e que acredita que a Itália precisa de se modernizar liberalizando uma sociedade desde sempre dominada pelos mais velhos, pela esquerda oriunda do velho comunismo italiano, e pela hierarquia católica mais retrógrada.

Fazer eleições agora é mais difícil do que não as fazer. O mais provável é que a nomenclatura do velho PD se organize em torno de uma figura consensual e protele ao máximo o voto. Entretanto, o PIB a crescer 1%, com estabilidade política, estagnação e crescimento zero a 15 anos, 8 bancos à beira da resolução, crise na segurança social e na organização do Estado tremendamente burocrático, irão deteriorando cada vez mais a situação até ao ponto insustentável.

Então, quando as inevitáveis eleições tornarem evidente que o futuro irá pertencer ao Movimentos 5 Estrelas e à Liga Norte (nem os qualifico) o PD entrará em agonia e, ou Renzi é escolhido, como reserva única do PD para reformar, ou Renzi funda novo partido e será mais um para o pântano.

De duas coisas podem ter a certeza: a Itália 'boa' está com Renzi e a Itália má está contra Renzi.

Pena que a lição de maturidade para Renzi tenha sido tão cara. Poderia ter lançado o referendo sem o tornar numa guerra de vai ou racha. Mas, sem quebrar, também não seriam possíveis as reformas.

Fez bem e rachou. Quanto à Itália? Está aí para se ir partindo segura e inexoravelmente. 

 

publicado por João Pereira da Silva às 17:38
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Sábado, 26 de Novembro de 2016

Alternative media for Trump

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Como suponho que os media tradicionais nunca darão esta informação, aqui fica uma lista de alguns dos principais responsáveis pela campanha bem sucedida de Trump. Será interessante acompanhá-los ao longo da presidência para ver quantos passam de hagiógrafos a fiscais.

Breitbart:

Fundado pelo judeu adoptado Andrew Breitbart, falecido em 2012, dirigido actualmente por Steve Bannon um católico de origem irlandesa. Foi o centro de muito spin pró-Trump e tem escritórios em Los Angeles, Texas, Londres e Jerusalém.

Lew Rockwell:

Lew Rockwell é um católico romano, libertário, amigo de Murray Rothbard, presidente do instituto Ludwig Von Mises no Alabama. No site escrevem vários outros autores e ao longo da campanha fundamentou o motivo utilitário para os libertários na eleição de Trump.

Zero Hedge:

Fundado em 2009 por um búlgaro, é um blogue de economia e Finanças com autores que escrevem sob o pseudónimo de Tyler Durden do Fight Club. É estruturado editorialmente e além de muitas notícias pré-Apocalipse dá bons insights sobre banca central, trading e evolução da economia mundial.

InfoWars

Fundado por Alex Jones, conspirativo e apoiante de Ron Paul. Dos sites até agora listados será o mais controverso e com menos qualidade jornalística compensada por grande activismo e por um apresentador muito virulento.

Milo Yiannopoulos:

Gay, furiosamente anti-politicamente-correcto e ideologia do género, caustico com o feminismo. Onde vai cria confusão e dissensão. Andava já há tempos de guarda-costas. Pertencerá à administração de Trump. Será uma delícia ver as suas intervenções na mainstream media.

Ann Coulter:

Feroz conservadora, fala com todas as letras e é aceite na mainstream media onde intervém frequentemente. Foi famoso o episódio das gargalhadas quando há mais de um ano disse na TV que Trump seria POTUS.

Jeanine Pirro

Descendente de libaneses, juíza, procuradora, directa e ácida, incorrecta politicamente, dá grandes sermões na Fox e na NBC.

John Paul Watson:

Youtuber, Twitter, Contrarian Conservative, especialista em vídeos de choque político é um lone ranger mas também dá o ar de sua graça no InfoWars.

Scott Adams (blog.dilbert.com)

Fundador do Dilbert, apoiante, desapoiante e de novo apoiante de Trump, previu a vitória com muita antecedência e fez campanha muito activa. Scott Adams vale muito a pena ir acompanhando.

Mike Cernovich:

Advogado, escritor, activo, engajante com opositores nas redes sociais. Faz vídeos longos ao vivo no Periscope como Scott Adams.

Stefan Molyneux

Irlandês, anarco-capitalista, filosofante, youtuber, tem vídeos longos e é interessante ouví-lo.

That Guy:

Youtube e Twitter, afro-americano, libertário jovem, millennial activo politicamente.

Tom Woods:

Libertário, trabalha muito com Lew Rockwell, é uma das vozes mais estruturadas do libertarianismo e do paleo-conservadorismo.

James Woods:

Actor de cinema. conservador, suspendeu a conta no Twitter após a campanha como protesto contra a decisão de Jack Dorsey, o esquerdista CEO do Twitter, de suspender contas críticas de Hillary.

Laura Southern:

Menina bonita, canadiana, libertária, anda pelo mundo a fazer vídeos críticos do establishment e do feminismo.

Blair White ():

Transexual capaz de enganar muitos homens, feroz anti-feminista, caustica e incorrecta politicamente.

Justin Raimondo 

Paleo-libertário, conservador (também temos em Portugal) gere o site Antiwar 

E last but not least, o dinossauro histórico, Pat Buchanan, com o blog http://buchanan.org/blog e activo no mainstream media, um republicano contra o establishment.

Claro que houve mais e a lista não é exaustiva. A campanha de Trump foi muito apoiada nas redes sociais e foram milhões de indivíduos a fazer a diferença excepcional. Pela primeira vez a Internet elegeu o seu candidato. Se vão ou não dar com os burros na água? Veremos.

publicado por João Pereira da Silva às 13:33
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016

Sondagens para que vos quero

 

 

 

Poucos dias antes de se continuar a tentar desapear Pedro Passos Coelho a sondagem da Católica dá esta previsão:

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 Poucos dias antes da eleição nos EUA as sondagens davam esta previsão:

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Poucos dias antes do referendo Brexit as sondagens davam esta previsão:

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 Agora, querem continuar a fazer apostas?

 

 

publicado por João Pereira da Silva às 18:20
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Domingo, 20 de Novembro de 2016

Quem agita o pântano afoga-se na areia movediça

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Se o presidente italiano Mattarella na sequência da vitória do "No" no referendo de dia 4/12 convocar eleições, o resultado mais provável é a vitória do Movimento 5 Estrelas que depois se coligará com a Liga Norte. Seria o colapso breve da Itália e provavelmente o golpe fatal no Euro.

Assim, o establishment já fala em, vencendo o "No", não convocar eleições e fazer como se fez antes com Renzi e mudar de primeiro-ministro sem eleições. Recordo que Renzi, o único reformista da história recente italiana ascendeu sem eleições ao cargo por substituição de um anódino chamado Enrico Letta.

Desta vez, fala-se de mais um anódino, Dario Franceschini, actual ministro dos Bens Culturais que certamente dará mais uma sólida contribuição na estagnação do pântano até que as eleições se tornem inevitáveis e o inevitável aconteça: Movimento 5 Estrelas no poder.

PS. Muitos parabéns ao Blasfémias pela contratação da Cristina Miranda

 

 

.

publicado por João Pereira da Silva às 10:01
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Sábado, 19 de Novembro de 2016

Reforço do "No-Euro"?

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Hoje é o último dia de campanha em que é possível, segundo a lei italiana, apresentar sondagens sobre o referendo do próximo dia 4. Todas as sondagens dão vantagem ao "No". A fazer campanha pelo "No" estão principalmente o Movimento 5 Estrelas, partido com 32% de intenções de voto e a Liga Norte com 11%. Berlusconi com a Forza Itália (11%) também apoia o "No".

Renzi anunciou, depois arrependeu-se, mas será aberta uma crise se o "Si" perder, que se demitiria se perdesse o referendo. Em perdendo e não se demitindo, perspectiva mais provável, Itália entrará em crise política e serão pedidas eleições uma vez que o essencial da reforma política de Renzi vai por água abaixo.

Recordo que a convulsão tenderá a beneficiar os partidos "No-Euro" que de seguida a novas eleições pedirão imediatamente um referendo à participação da Itália no Euro.

publicado por João Pereira da Silva às 09:23
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016

Ensaio populista sobre o populismo

transferir.jpg“Não há economia, nem mercado, nem política, nem democracia sem esse cimento de base, a confiança. Não há paz duradoura se a desconfiança minar as relações entre comunidades, povos e nações, se o pacto social for rompido”

Jorge Sampaio tem toda a razão. O seu grupo de gestores políticos, nacionais e internacionais da coisa pública tem minado fortemente a confiança das comunidades, povos e nações. Sim, o pacto social foi rompido por políticos exactamente como Jorge Sampaio. 

É a única coisa que se aproveita do seu ensaio populista sobre o populismo.

publicado por João Pereira da Silva às 17:21
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