Sai uma irrelevância colorida dita de direita para entrar uma irrelevância cinzenta dita de esquerda. Um não fez o que prometeu; o outro não fará o que promete. A "Europa" ganhou - ganha sempre, porque a democracia falou, foi tudo muito civilizado e a mudança foi tão positiva como o teria sido a manutenção. Os mercados ficarão amanhã optimistas, e daqui a uns dias pessimistas, ou pessimistas desde já.
Com Sarcozy, Merkel seria mais "rigorosa"; com Hollande será mais "sensível".
A rotativa do BCE, como o próprio nome indica, roda; os Franceses têm os olhos do Mundo postos neles, entre hoje e amanhã, o que é natural para quem dele se julga o centro; as instâncias europeias hoje remoem, depois deglutem, e em seguida hão-de digerir.
Em resumo, mais uma vitória - até à derrota final da Europa do Euro, da dívida e da falta de crescimento.
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