Quarta-feira, 10 de Outubro de 2018

Banco de estiramento (continuação)

Senhora xxxxx xxxxxxx:

 

Notei a carta de V. Exª da refª supra, com data de 27 de Setembro mas apenas hoje recebida, que não agradeço por ser, como claramente é, um exemplo de má-fé e língua de pau.

 

Com efeito:

 1. Preenchi em momentos diferentes dois impressos diferentes, ambos do BancoCTT, ambos por exigência vossa e ambos entregues pessoalmente no vosso balcão em Fafe, narrando os mesmos factos. De ambos os impressos (um de 11 de Julho e o outro de 23 do mesmo mês) tenho recibo, razão pela qual a exigência de um terceiro impresso, ainda para mais requerendo expressamente a afixação de uma data posterior, e sob pretexto de que seria uma exigência da SIBS, é não apenas um abuso mas uma potencial desonestidade: poderiam VV. Exªs virem dizer depois que a reclamação não foi tempestivamente apresentada;

 2. Das várias vezes em que me desloquei, por exigência vossa, ao balcão local e ao posto da GNR, sempre perdi muito tempo e paguei estacionamento. Isto para resolver um problema que nada impedia pudesse ser tratado por e-mail; 

 3. Este assunto foi objecto, sempre da mesma forma redundante e acéfala, dos vossos e-mails de 19 de Julho, 23 de Julho (este acusa a recepção da segunda reclamação), 1 de Agosto e 5 de Setembro passados, o primeiro em resposta ao meu de 17 de Julho e os seguintes todos respondidos adequadamente;

 4. A sugestão, formulada no penúltimo parágrafo da sua carta acima referida, de me dirigir ao comerciante onde foi abusivamente utilizado o meu número de cartão de débito (e que aliás não sei quem é – Cherry China é o quê? – nem V. Exª indica onde fica) poderia passar por irónica. É apenas, porém, além de estúpida, insolente.

 

Reforçarei a queixa já apresentada no Banco de Portugal, pelo que valha; se tiver tempo e disposição, e existir serviço de reclamações, queixar-me-ei aos serviços da VISA.

 

A V. Exª felicito por não ser hábito as cartas, e os e-mails, virem com a fotografia de quem os subscreve. Se fosse, e na hipótese de ser titular de um módico de vergonha, teria que se deixar figurar com a cara enfiada num tacho.

 

Receba V. Exª, de cumprimentos,

 

Quanto baste.

 

José xxxxx xxxxxxxx xx Meireles Graça.

publicado por José Meireles Graça às 21:38
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