Horror em nossa casa. Hoje Paris, amanhã Lisboa, Porto, Roma. Não há lugar a salvo. As consequências far-se-ão sentir por todo o lado.
Guerra. Estamos em guerra. Já estávamos antes e continuaremos. O futuro trará mais ataques gratuitos, mais dor e sofrimento de inocentes.
A UE deve estabelecer uma Política de Defesa Comum, forte e agressiva contra o radicalismo islâmico. A NATO deve justificar a sua existência.
Mais segurança e menos liberdade? É o custo da guerra que não podemos mais ignorar pela segurança futura dos nossos filhos.
De Manuel Nunes Guerreiro a 14 de Novembro de 2015 às 16:28
Muito bem. É necessário de uma vez por todas desmascarar esses seres abjectos, cínicos e hipócritas que de cada vez que o fascismo verde perpetra um ataque mortífero vêm dizer sem pudor "atenção, não incrementem leis securitárias!". O que eles querem com isto é impedir-nos de destroçar esse tipo de fascismo. Segurança não tira liberdade a ninguém a não ser aos INIMIGOS DA LIBERDADE real! E estes não têm direito a usufruir da Democracia. Esta existe para gente de bem e não para proteger assassinos. Os freitas do amaral que achavam que as críticas a Maomé são ofensas não passam de carolas compreensivos dos fascistas verdes. E os mários soares que propunham "conversações" com terroristas antisemitas não são mais que imbecis intelectuais ou canalhas conceptuais sem retorno. É preciso afirmar alto e claro estes valores, que subjazem a conceitos legítimos, sem nos deixarmos intimidar. Dizia Goebbels que para se vencer um adversário tem de se começar por paralizá-lo. Pois bem: não cedamos à paralização de signo obscenamente "polititicamente correcto" autentico aliado do totalitarismo islamita!
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