Há uma maneira de entender o que se passa na Ucrânia, de que lado deve estar quem queira estar de algum lado, de perceber o que há ali de anseio legítimo por uma vida melhor, ou de propaganda ou manipulação ou jogos de poder - da UE, da Rússia, dos EUA.
Há, tudo isso e mais. Mas nisto, como sempre, ninguém entenderá nada sem conhecer a história: da Rússia, da Ucrânia, do Mar Negro, da Guerra Fria e do fim dela. Então, vão estudar; que a ver tiroteios e barricadas e declarações não se aprende nada. O que os responsáveis dizem interessa pouco, se não soubermos as razões profundas porque dizem o que dizem; as manifs não aquecem nem arrefecem, se não soubermos quais as pulsões históricas ou circunstanciais que motivam os manifestantes.
Depois, com a história bem estudada, podemos escolher um campo ou apontar uma solução, ou a impossibilidade dela. Historiadores, precisam-se para as convulsões da Ucrânia. Europeístas, economistas, repórteres, comunistas, democratas, politotólogos - não.
Blogs
Adeptos da Concorrência Imperfeita
Com jornalismo assim, quem precisa de censura?
DêDêTê (Desconfia dele também...)
Momentos económicos... e não só
O MacGuffin (aka Contra a Corrente)
Os Três Dês do Acordo Ortográfico
Leituras
Ambrose Evans-Pritchard (The Telegraph)
Rodrigo Gurgel (até 4 Fev. 2015)
Jornais