"You know, sometimes we're not prepared for adversity. When it happens, sometimes we're caught short. We don't know exactly how to handle it when it comes up. Sometimes we don't know just what to do when adversity takes over. And I have advice for all of us. I got it from my pianist Joe Zawinul, who wrote this tune. And it sounds like what you're supposed to say when you have that kind of problem. It's called "Mercy, Mercy, Mercy".
(Julian Cannonball Adderley)
Começa assim: "Neste espetáculo, quisemos enfatizar o potencial da vontade." A gente fica à espera do resto, realmente na música acontece com frequência enfatizar-se o potencial, tanto em Quim Barreiros como em Tchaikovsky. E continua:
"Este espetáculo é, acima de tudo, o resultado da relação entre a parte e o todo." Mau - se a parte for detestável e o todo horrível, a declaração é pouco tranquilizadora. Bom, mais um bocadinho não custa:
"Não entendemos, no entanto, conceitos como arte ou política na perspetiva da especialização que tende para a noção da intelectualidade enquanto um desafio posto às elites, e cuja racionalidade tentam impor à sociedade." Confesso: não entendo o que não entendem; aliás, não entendo nada.
No resto, fala-se de "motor propulsivo do pensamento político", nas "potenciais formas que poderemos construir para a organização coletiva do quotidiano", no "edificar a sua vida individualmente" e na "relação dialética entre o indivíduo e a sociedade."
Não, não vou ver o espetáculo, hei-de conseguir aguentar-me no devir. Nas palavras dos promotores: "Este espetáculo não segue, por isso, a dialética hegeliana na sua aspiração à síntese, pretende apenas deixar um contributo que possibilite manter em devir a discussão.”
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